O período mais esperado do calendário turístico nordestino começou. A princípio, as festas de São João já movimentam cidades de todo o Nordeste.
Dessa forma, impulsiona hotéis, aeroportos, restaurantes, pousadas e o turismo regional.
Entre junho e julho, milhões de turistas devem circular pelos principais polos juninos da região, em uma temporada que mistura: forró, gastronomia típica, quadrilhas juninas, estruturas cenográficas, cultura popular e grandes shows.
Ao mesmo tempo, além das gigantes tradicionais como Campina Grande e Caruaru, outras cidades nordestinas cresceram fortemente nos últimos anos e entraram definitivamente na rota nacional do turismo junino.
| Campina Grande | PB | 03 de junho |
| Caruaru | Pernambuco | 30 de maio |
| Maracanaú | Ceará | 29 de maio |
| Mossoró | Rio Grande Nort | 6 e junho |
| Aracaju – Sergipe | 29 de maio | |
| Salvador | Bahia | 04 de junho |
| São Luís | Maranhão | 04 de junho |
| Petrolina | Pernambuco | 19 de junho |
| Amargosa | Bahia | 19 de junho |
| Cruz das Almas | Bahia | 19 de junho |
Campina aposta novamente no gigantismo do Parque do Povo, enquanto Caruaru mantém forte valorização das tradições nordestinas espalhadas pelos polos culturais da cidade.
Em suma, mais do que grandes shows e cidades lotadas, o São João nordestino se consolidou como uma das maiores engrenagens da economia criativa e do entretenimento do Brasil.
Desse modo, a temporada junina movimenta uma cadeia produtiva gigantesca que vai muito além dos palcos.
Assim, envolve milhares de empregos diretos e indiretos em áreas como turismo, hotelaria, transporte, gastronomia, comércio, produção cultural, cenografia, audiovisual, segurança, moda, artesanato e serviços.
Em muitas cidades do Nordeste, o São João já representa o período economicamente mais importante do ano, superando até o carnaval em geração de renda. Pequenos comerciantes, ambulantes, músicos, quadrilhas juninas, produtores culturais e trabalhadores informais encontram nas festas uma oportunidade decisiva para aumentar a renda e movimentar a economia local.
Além do aspecto econômico, o São João mantém viva uma das expressões culturais mais fortes da identidade nordestina.
É a celebração da música regional, da convivência comunitária, da culinária típica e das raízes populares que atravessam gerações.
Em um momento em que o turismo busca cada vez mais experiências culturais verdadeiras, o Nordeste mostra que seu maior patrimônio continua sendo sua própria cultura.
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