O apelido ‘Deus do Caos’ faz alusão à divindade serpentina egípcia ligada ao caos e à escuridão.
Quando Apófis foi identificado em 2004, muitos cálculos iniciais chegaram a apontar risco de colisão com a Terra, o que gerou alertas globais sobre o potencial impacto. Na época, a possibilidade de queda ainda não podia ser descartada, motivando várias campanhas de monitoramento e projeções sobre cenários de mitigação.
Estudos posteriores refinaram sua órbita e reduziram drasticamente a probabilidade de impacto, eliminando o risco de colisão em encontros prévios até o ano de 2068. Ainda assim, o objeto permanece classificado como “potencialmente perigoso” pela NASA e por agências espaciais internacionais.
As análises continuam sendo atualizadas regularmente, garantindo vigilância constante sobre possíveis alterações em sua trajetória causada por efeitos gravitacionais e não gravitacionais.
O fenômeno de 2029 representa, além de uma oportunidade única para observação a olho nu, um importante momento de engajamento público com a astronomia.
A passagem de Apófis permitirá que pesquisadores avaliem técnicas de rastreamento e estudo de asteroides próximos da Terra, além de estimular a formação de novos aficionados pela ciência.
Para quem planeja acompanhar o evento, o ideal é preparar equipamentos básicos, binóculos ou telescópios amadores, e escolher um ponto de observação com ampla visão do horizonte.
|
Capotamento em Cabedelo teria ocorrido após pneu furar em buraco e motorista perder controle do veículo |
|
Se você pausar De Volta para o Futuro 2 aos 12 minutos e 30 segundos, verá 5 easter eggs que passaram despercebidos há 37 anos |