Segundo o Banco Central, um dos principais motivos para a retirada das cédulas é o tempo de uso.
Muitas dessas notas já possuem mais de 30 anos de circulação e frequentemente apresentam danos fÃsicos, como rasgos, desgaste e desbotamento.
Esses problemas podem dificultar a identificação dos elementos de segurança das cédulas, aumentando o risco de falsificação.
Além disso, o formato padronizado das notas da primeira famÃlia também gera custos operacionais maiores para bancos e sistemas que utilizam caixas eletrônicos.
As cédulas da segunda famÃlia do real possuem tamanhos diferentes de acordo com o valor e contam com novos recursos de segurança, o que facilita a identificação e reduz o risco de fraudes.
A substituição está sendo realizada de forma gradual.
Sempre que notas antigas são utilizadas em depósitos ou pagamentos, as instituições financeiras as retiram automaticamente de circulação.
Em seguida, as cédulas são encaminhadas ao Banco Central, onde passam por destruição e são substituÃdas por novas.
De acordo com o Banco Central, as cédulas antigas continuam válidas para uso em transações comerciais e não há prazo final definido para que deixem de circular. O processo de substituição ocorre de maneira contÃnua, sem necessidade de ação direta por parte dos consumidores.
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